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sexta-feira, 16 de maio de 2008

'Laptop de US$ 100' também vai funcionar com Windows


Versões com sistema operacional da Microsoft podem custar até US$ 20 a mais.
Nicholas Negroponte espera que alternativa impulsione as vendas do laptop.

O projeto "Um laptop por criança" (OLPC, na sigla em inglês), responsável pelo computador de US$ 100, está prestes a descobrir se a Microsoft, o rival que o grupo sem fins lucrativos um dia ridicularizou, é a solução para seus problemas de distribuição do laptop educacional para crianças.

A empresa de Bill Gates e a organização sem fins lucrativos anunciaram nesta quinta (15) que o portátil XO vai funcionar também com Windows, além do sistema operacional original do laptop, baseado em Linux.

Nicholas Negroponte, fundador do projeto - que pretende vender os laptops por US$ 100, mas por enquanto os vende por US$ 188 - reconheceu que oferecer o Windows como segunda opção de sistema operacional pode convencer ministros da educação que não estavam confiantes com o Sugar, baseado em Linux. A OLPC previa a venda de milhões de laptops até agora, mas tem apenas cerca de 600 mil pedidos.

Dois em um

A partir do próximo mês, quem comprar o XO poderá escolher entre versões com ou sem Windows. Laptops com o sistema operacional da Microsoft vão custar até US$ 20 a mais - US$ 3 pelo Windows e o restante para cobrir despesas como ajustes de hardware, como uma entrada a mais de memória para possibilitar o funcionamento do Windows.

Em breve, Negroponte espera vender apenas um tipo de laptop, com os dois sistemas operacionais instalados no formato "dual-boot". Assim, cada vez que liga o computador o usuário pode escolher qual sistema usar. Esses computadores devem custar cerca de US$ 10 a mais que os comercializados hoje.

"Acho que nossas chances aumentam dramaticamente com a parceria com a Microsoft porque vamos atingir muito mais crianças", disse Negroponte.


FONTE: G1

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Notebook brasileiro ultraportátil é anunciado em SP

A Positivo Informática anunciou em São Paulo o Mobo, notebook ultraportátil com tela de 7 polegadas e baixo custo. Inédito no País, o Mobo foi desenvolvido para atender aos usuários que precisam de máxima portabilidade ou que desejam adotar o produto como segundo notebook. Junto com a versão "adulta" também chega o Mobo Kids, voltado ao público infantil. Tanto o Mobo quanto o Mobo Kids custarão R$ 999 em lojas de todo o Brasil. A previsão é a de que o Mobo esteja disponível para venda a partir da semana do dia 23 de maio e o Mobo Kids, em julho.

Com peso de pouco mais de um quilo, processador Intel Mobile ULV de 1 GHz, 512 MB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 2 GB (memória Flash), o Mobo cabe na palma da mão e pode ser transportado facilmente em mochilas, bolsas e pastas executivas.

Segundo o presidente da Positivo Informática, Hélio Bruck Rotenberg, o Mobo surgiu com a idéia de que toda criança pode ter um computador, com facilidade de recursos e custo acessível, conceito explorado pela empresa para viabilizar comercialmente a novidade para o público adulto também.

Um dos pontos fortes do produto, além de suas medidas compactas, é o design, que foi concebido para aliar beleza e diversidade de conexões como portas USB, leitor de cartões SD/MMC/MS e rede sem fio 802.11b/g. Dentre os recursos extras estão a webcam integrada, trava de segurança e o discador Positivo, que dá acesso à Internet discada sem a necessidade de pagar um provedor. O Mobo vem ainda com o sistema operacional Windows XP Home.

Outro benefício do Mobo é o consumo de energia reduzido, com a bateria agüentando cerca de quatro horas, segundo a Positivo.

Comparando as edições adulta e infantil do produto, o Mobo Kids possui design mais lúdico, com estampas coloridas, tem processador de 900 MHz (contra os 1 GHz do Mobo adulto) e o seu teclado é resistente a líquidos. O Mobo Kids vem acompanhado ainda por uma capa de couro com alça.

FONTE: Fernando Katayama (Redação Terra)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Notebook brasileiro aposta em design e mobilidade


A Megaware, fabricante brasileira de equipamento de informática, traz ao mercado o Meganote C2J Series, um notebook branco de 12'', com processador Intel Santa Rosa e leitor biométrico. O computador portátil tem apenas 1,9 kg.
O notebook tem processador Intel Centrino Core 2 Duo 5550 (Santa Rosa) e Chipset Intel 965. A máquina traz 160 Gb de HD SATA II, memória cache de 2Mb e memória de 2Gb DDR 2 667 Mhz. Vem com rede wireless (barebone) e conexão bluetooth. Agrega câmera de 1.3 megapixels, teclado ABNT, gravador de DVD e bateria 04 cell. E ainda conta com licença do sistema operacional Windows Vista Premium.

Como inovação, a Megaware traz em seu notebook a tecnologia do novo processador Intel Centrino Core 2 Duo - o Santa Rosa - , além de finger print embutido. O leitor biométrico é utilizado como identificador de digitais e reforça a proteção de acesso ao Windows. O novo portátil da Megaware chegará às lojas a partir da segunda quinzena de maio com preço sugerido de R$ 2499.

FONTE: TERRA

quarta-feira, 9 de abril de 2008

O Windows XP escapa da morte, por enquanto

A Microsoft vai vender o XP até 2010, mas ele pode perder a briga para o Linux.

A empresa acaba de anunciar que o XP não será descontinuado em junho deste ano como estava previsto. O anúncio oficial diz que o XP Home estará disponível até 30 de junho de 2010 para PCs de custo ultra-baixo. Será fornecido apenas aos fabricantes, que poderão entregá-lo pré-instalado nos micros.

Não é difícil entender o que acontece. No passado, era natural desenvolver um sistema operacional ou aplicativo pensando no hardware que estava por vir. Mesmo que o software não rodasse bem nos micros existentes, funcionaria nos novos computadores que chegassem às lojas. Isso ainda acontece em vários segmentos do mercado. Mas há certas categorias de computador que evoluem em outras direções. É o caso dos ultra portáteis de baixo custo, que vêm ganhando espaço com o sucesso do EeePC, da Asus. Com capacidade insuficiente para rodar o Windows Vista, eles acabariam adotando o Linux (o Eee PC começou rodando Linux, mas agora tem também o XP com opção).

Para manter sua presença nesses computadores fraquinhos, a Microsoft tinha basicamente três opções. Poderia lançar alguma variante do Windows Mobile para eles. A empresa já tentou isso no passado com o Windows CE, mas não deu muito certo. Os usuários queriam os aplicativos que rodam no Windows XP (que não rodam no CE). Outra opção era enxugar o Vista para ele rodar nesses dispositivos. Há gente trabalhando nisso na Microsoft. Mas esse é um projeto demorado e de resultados incertos. A terceira opção era prolongar a vida do Windows XP. Considerando a boa aceitação do XP no mercado, essa alternativa faz sentido.

É bom notar que isso pode não deter o avanço do Linux nos ultra portáteis de baixo custo. No passado, quem quisesse contar com uma variedade grande de aplicativos só tinha uma opção de sistema operacional. Hoje, com os aplicativos mais usados tomando o caminho da web, o sistema operacional está perdendo importância. Muitos usuários jamais vão rodar Photoshop, AutoCAD ou macros no Excel. Se a finalidade for apenas comunicar-se por e-mail e mensagens instantâneas, navegar na web e editar textos e planilhas simples, qualquer sistema operacional dá conta do recado. Num cenário assim, muitos fabricantes vão preferir economizar o preço da licença de uso do Windows e adotar o Linux.

FONTE: INFO ONLINE

segunda-feira, 31 de março de 2008

Inclusão digital: despreparo e assistencialismo são desafios no Brasil, dizem especialistas


RIO - O Brasil é um país de tantas diferenças econômicas e sociais que qualquer iniciativa que vise reduzir o chamado vão social e promover a cidadania é bem-vinda, o que torna projetos de inclusão digital extremamente necessários, reconhecem especialistas em tecnologia da informação. Mas quando o assunto é promover a inclusão social de indivíduos carentes e desassistidos através do uso de computadores e da internet, ainda é preciso superar desafios como o despreparo técnico e a tendência ao assistencialismo. Foi o que avaliaram consultores de tecnologia da informação e executivos durante as celebrações da chamada Semana da Inclusão Digital, evento anual promovido nos últimos dias em mais de dez estados brasileiros pela ONG Comitê pela Democratização da Informação (CDI) e que tem como ponto auge o Dia da Inclusão (sábado, 29).

Em um breve balanço sobre os projetos de inclusão digital existentes no país, a empresária e consultora em tecnologias Marcya Machado reconheceu que existem iniciativas exemplares de telecentros e de projetos de inclusão digital, mas na maioria delas há apenas a oferta de computadores com acesso à internet e nenhum resultado prático nem de longo prazo para a comunidade local. Segundo a especialista, por mais óbvio que possa parecer, muitos telecentros e pontos de acesso público à internet, por exemplo, não consideram fundamental o treinamento de professores e profissionais que lidam com as comunidades em que estão inseridos os projetos.

" Muitos projetos têm computadores lindos, mas quem vai ensinar o jovem a lidar com isso? (Marcya Machado) "

Outro equívoco comum aos programas de inclusão digital é a ausência de planos que ofereçam perspectivas reais de futuro àqueles que estão usando o computador ou a internet para buscar uma inclusão social efetiva. Dados divulgados na segunda quinzena de março pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC) revelam que 59% da população brasileira nunca utilizou a internet, o equivalente a mais de 77 milhões de pessoas desconectadas.

- Muitos projetos têm os jovens e crianças como foco, computadores novos, lindos, mas e quem é que vai ensinar a lidar com isso? Hoje um professor de uma comunidade carente faz muito mais do que dar aula. Ele educa, faz o papel do pai ausente. Jovens carentes de favelas já encontram lan houses em que pagam R$ 1 para usar o Orkut ou bater papo. Isso já existe. Acredito em telecentros que promovem, de fato, mais qualidade de ensino e que oferecem oportunidades efetivas de trabalho para jovens carentes em áreas remotas, em que se ensina a usar o computador e a mexer em aplicativos como preparo para o mercado de trabalho - afirmou a especialista, que preside o Comitê de Tecnologia da Brukcham - Câmara de Comércio, Indústria e Serviços Brasil-Reino Unido.

" Hoje a inclusão digital é prioridade mundial, mas é preciso evoluir do modelo assistencialista para o sustentável (Rodrigo Baggio) "

Dos erros e acertos presentes em projetos de inclusão digital, o fundador e diretor do CDI, Rodrigo Baggio, já viu muitos desde que se envolveu pela primeira vez com o uso do computador na promoção da inclusão social no Brasil, há 15 anos. Segundo Baggio, entretanto, um dos principais desafios de quem trabalha com projetos de inclusão digital no país é superar a visão assistencialista, comum a programas de governos, de empresas e de ONGs que acreditam que basta doar computadores e conectá-los à internet em banda larga.

- Não dá para criar telecentro de graça. Mas isso não é uma exclusividade de empresas nem de governos brasileiros. Esta visão da inclusão assistencialista é majoritária tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento. É importante ficar claro que é uma vitória vermos hoje que a inclusão digital é prioridade na agenda mundial, mas é preciso evoluir do modelo assistencialista para o sustentável - cobra o especialista.

(Para saber mais, ouça entrevistas com Rodrigo Baggio, fundador do CDI, e com a apresentadora Xuxa, que falam sobre a campanha de "Uso responsável da internet").

Segundo Baggio, um programa de inclusão digital deve ter autonomia financeira real, ou seja, planejamento para ser capaz de sobreviver à existência ou não de agente financiador, e deve estar envolvido com a realidade daquela comunidade. "Não é a técnica pela pura técnica", comenta o executivo, ao destacar que um projeto deve ser sustentável como modelo educacional, e oferecer liberdade ao indivíduo como um cidadão capaz de evoluir a partir do contato com a tecnologia.

- O computador e a internet devem servir como ferramentas de libertação do indivíduo, de autonomia do cidadão. Inclusão digital sustentável é ter um modelo em que às pessoas da comunidade possam ser os gestores e os educadores, e esta apropriação de gestão deve gerar autonomia. É ter um modelo de acompanhamento contínuo de resultados, avaliação de impacto social e de capacitação e isso é fundamental para gerar projetos com continuidade real. Quando a gente pensa efetivamente de forma global, a inclusão digital gera resultados rápidos e impactantes de inclusão social - finaliza.

sábado, 29 de março de 2008

ONG distribui computadores usados para jovens carentes em SP

Em uma década, a porcentagem de lares brasileiros que tem computador pulou de 7% para 25%. Enquanto alguns já estão trocando a primeira máquina pela segunda, terceira, e assim por diante, a maioria, no entanto, segue sem computador.

Uma iniciativa simples, no entanto, pode ajudar muitos a fazer parte do mundo digital: uma ONG em São Paulo quer distribuir computadores usados, considerados ultrapassados por seus donos, para jovens que não têm condições de comprar um.

"Nossa missão é a inclusão digital, o ensino da tecnologia pra ser usada como ferramenta de transformação da comunidade onde nós atuamos", afirma Cláudio Neszlinger, coordenador da ONG. Nesta sexta-feira (28), a organização distribuiu trezentas máquinas na capital paulista.

Quem ganhou o presente aprendeu como é o computador por dentro. E, por fora, os grafiteiros deixaram os velhos equipamentos com cara de novo. Laís Souza, uma das estudantes beneficiadas pelo programa, aprovou.

"Achei muito legal. É uma máquina que poderia ser jogada fora, mas agora deram para uma pessoa que precisava. Hoje, ele vai poder ser utilizado de uma boa forma", disse.

Maria José foi buscar o computador do filho, para que ele não faltasse à escola. "Vou dar na mão dele e falar 'olha o que eu trouxe de presente pra você'. No mês que vem ele vai fazer 11 anos", diz a mãe, orgulhosa.

FONTE: G1

sexta-feira, 28 de março de 2008

Vendas de PCs em todo o mundo crescerão 11% este ano, estima Gartner

São Paulo, 28 de março de 2008 - A consultoria Gartner estima que serão comercializados 264 milhões de computadores pessoais em 2008, o que representa um crescimento de 11% nas vendas desse tipo de equipamento.

A demanda mundial por laptops é um dos pontos-chave para o contínuo crescimento na venda de computadores em todo o mundo. Países emergentes são as principais regiões nas quais essa expansão se dá atualmente. No quarto trimestre de 2007, esses países responderam por 60% do crescimento mundial nas vendas de computador.

A consultoria aponta a substituição de computadores como outro ponto forte que guiará o avanço das vendas. "cerca de 60% dos computadores comprados em todo o mundo serão usados para substituir máquinas em uso.


FONTE: WNews

Mercado brasileiro de banda larga deve movimentar R$ 2,3 bilhões este ano

Até o fim do ano, os negócios com banda larga devem movimentar R$ 2,3 bilhões no Brasil, um aumento de 35% se comparado a 2007, que registrou R$ 1,7 bilhão. Os dados são de um estudo realizado pelo TechLab (laboratório de pesquisas e análise de tecnologias) da E-Consulting. A estimativa leva em consideração as operadoras, que representam 77% desse total, e os provedores de Internet.

A taxa de penetração da banda larga deve alcançar cerca de 6,3% da população, tendo como base os 180 milhões de brasileiros. Em 2007, essa taxa foi de 4,2%. A expectativa é de que, até o final de 2008, aproximadamente 44 milhões de pessoas no Brasil possam se conectar à Internet, independentemente do ambiente, aparelho ou mídia. Dessas, espera-se que 26,1% tenham acesso à banda larga, ou seja, um total de 11,5 milhões de usuários.

Em 2007, perto de 38 milhões de internautas navegaram pela Web, sendo que 8,8 milhões de pessoas tiveram acesso à banda larga, uma penetração perto de 23,1%.

Em 2009, o Brasil deve totalizar 17 milhões de usuários conectados em banda larga, levando o mercado a alcançar o patamar de R$ 3,1 bilhões em negócios entre utilização residencial e corporativa.

Fonte: